Imóveis financiados devem ser informados na ficha "Bens e direitos". É preciso informar o código do bem (apartamento, casa etc.) e colocar, no campo "Discriminação", a descrição do bem, os dados do vendedor (CPF ou CNPJ) e a data de aquisição. O campo "Situação em 31.12.2012" deve ser zerado. No campo "Situação em 31.12.2013", deve-se informar o valor pago até esta data. Os contribuintes que usaram recursos do FGTS precisam, ainda, informar o valor resgatado do fundo na ficha de "Rendimentos isentos e não tributáveis", na linha 3.
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Como declaro imóvel adquirido por meio de financiamento em 2012?
Imóveis financiados devem ser informados na ficha "Bens e direitos". É preciso informar o código do bem (apartamento, casa etc.) e colocar, no campo "Discriminação", a descrição do bem, os dados do vendedor (CPF ou CNPJ) e a data de aquisição. O campo "Situação em 31.12.2012" deve ser zerado. No campo "Situação em 31.12.2013", deve-se informar o valor pago até esta data. Os contribuintes que usaram recursos do FGTS precisam, ainda, informar o valor resgatado do fundo na ficha de "Rendimentos isentos e não tributáveis", na linha 3.
Imóveis financiados devem ser informados na ficha "Bens e direitos". É preciso informar o código do bem (apartamento, casa etc.) e colocar, no campo "Discriminação", a descrição do bem, os dados do vendedor (CPF ou CNPJ) e a data de aquisição. O campo "Situação em 31.12.2012" deve ser zerado. No campo "Situação em 31.12.2013", deve-se informar o valor pago até esta data. Os contribuintes que usaram recursos do FGTS precisam, ainda, informar o valor resgatado do fundo na ficha de "Rendimentos isentos e não tributáveis", na linha 3.
Veja vantagens e desvantagens de comprar por consórcio ou financiar
Em consórcio, custo de imóvel pode ficar 10% menor que financiado.
Modalidades são diferentes e consórcio demanda espera pelo bem.
A compra de um bem de grande valor deve sempre envolver muitas ponderações. Uma delas, em especial, para quem não tem o valor total do bem: comprar por financiamento ou consórcio? As duas modalidades têm vantagens e desvantagens.
Tomando por base as taxas médias de juros dos financiamentos e as de administração dos consórcios, este último é, em geral, mais barato para quem compra, segundo simulações feitas pela Associação de Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) a pedido do G1 (veja abaixo).
No consórcio, porém, o bem pode chegar ao cliente só no fim do período de pagamento. Já no financiamento, a aquisição é imediata.
Na compra de um imóvel de R$ 500 mil, por meio de consórcio, considerando a taxa média de administração apurada pelo Banco Central de 17% em dez anos mais INCC de 5% ao ano, ao final do prazo o imóvel custaria R$ 735.806,93.
No financiamento, calculado com base nos juros médios de 11% ao ano, de acordo com a Anefac, totaliza R$ 779.673,60, também em dez anos.
Na compra de um automóvel de R$ 30 mil, em um prazo de 5 anos, o total pago seria de R$ 37.575 no modelo de consórcio, e de R$ 46.179,60. O cálculo da Anefac levou em conta juros médios de financiamento de 1,54% ao mês, e uma taxa de administração média dos consórcios de 0,77%, com base nos dados do BC.
Mas é preciso ficar atento: por serem formas diferentes de compra, não é apenas o cálculo da economia em dinheiro que deve ser levado em conta na hora de escolher uma ou outra. Quando se trata de um consórcio de automóvel de 60 meses, como mostrado na simulação, o comprador do consórcio pode receber o carro só no fim do prazo, ou seja, cinco anos depois.
A avaliação de qual a melhor opção de compra depende, assim, da possibilidade e do custo da espera pelo bem. Quem está morando de aluguel, por exemplo, deve colocar este gasto no papel para decidir se pode esperar o sorteio de um consórcio.
"No financiamento, o consumidor já retira o carro na hora, há um imediatismo que é diferente do consórcio, em que ele precisa ou dar um lance (o maior lance) ou ser sorteado", diz o vice-presidente da Anefac, Miguel Ribeiro de Oliveira.
No consórcio, os participantes pagam mensalmente as parcelas, mas só levam o bem para casa depois de serem contemplados: é preciso ser sorteado ou dar o lance mais alto para ser "escolhido".
A definição se dá por meio de sorteios e dos lances. Para participar do sorteio basta estar com a mensalidade em dia e, se contemplado, o cotista recebe o crédito para a compra do bem.
Caso não tenha sido sorteado, o participante também pode dar um lance, ou seja, fazer uma oferta para ser contemplado. Leva o crédito de compra o participante que der o lance mais alto, sendo que as ofertas são sigilosas. No entanto, cada consórcio tem regras específicas, por isso a Abac recomenda ler o contrato para saber as condições para participar do sistema de lance.
Alta dos preços
O consumidor precisa considerar, ainda, a possibilidade de valorização – ou desvalorização – do bem a ser adquirido. Isso porque, no caso dos consórcios, o cliente recebe, em geral, uma carta de crédito com um valor pré-determinado, corrigido pela inflação. Assim, caso o preço do bem suba mais que a inflação no período entre a contratação do consórcio e o recebimento da carta de crédito, o valor pode não ser suficiente para comprá-lo.
Perspectiva de alta da Selic
Com a perspectiva de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, a diferença entre as duas modalidades e economia feita com o consórcio tende a aumentar, diz o vice-presidente da Anefac, que fez as simulações de compra a pedido do G1.
Mesmo sendo uma modalidade de compra mais econômica, o volume movimentado pelos consórcios é bem menor que o dos empréstimos. Dos 3,6 milhões de automóveis e comerciais leves licenciados no ano passado, 51% foram financiados e 8% foram adquiridos por meio de cotas de consórcio, segundo dados da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef).
Modalidades são diferentes e consórcio demanda espera pelo bem.
A compra de um bem de grande valor deve sempre envolver muitas ponderações. Uma delas, em especial, para quem não tem o valor total do bem: comprar por financiamento ou consórcio? As duas modalidades têm vantagens e desvantagens.
Tomando por base as taxas médias de juros dos financiamentos e as de administração dos consórcios, este último é, em geral, mais barato para quem compra, segundo simulações feitas pela Associação de Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) a pedido do G1 (veja abaixo).
No consórcio, porém, o bem pode chegar ao cliente só no fim do período de pagamento. Já no financiamento, a aquisição é imediata.
Simulações do custo final de financiamento x consórcio
|
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| Imóvel de R$ 500 mil Prazo: 10 anos |
|
| Consórcio | |
| Taxa de administração | 17% no período + INCC de 5% ao ano |
| Total pago | R$ 735.806,93 |
| Financiamento | |
| Taxa de juros | 11% ao ano |
| Total pago | R$ 779.673,6 |
| Automóvel de R$ 30 mil Prazo: 5 anos |
|
| Consórcio | |
| Taxa de administração | 0,77% ao mês |
| Total pago | R$ 37.575 |
| Financiamento | |
| Taxa de juros | 1,54% ao mês |
| Total pago | R$ 46.179,60 |
Na compra de um imóvel de R$ 500 mil, por meio de consórcio, considerando a taxa média de administração apurada pelo Banco Central de 17% em dez anos mais INCC de 5% ao ano, ao final do prazo o imóvel custaria R$ 735.806,93.
No financiamento, calculado com base nos juros médios de 11% ao ano, de acordo com a Anefac, totaliza R$ 779.673,60, também em dez anos.
Na compra de um automóvel de R$ 30 mil, em um prazo de 5 anos, o total pago seria de R$ 37.575 no modelo de consórcio, e de R$ 46.179,60. O cálculo da Anefac levou em conta juros médios de financiamento de 1,54% ao mês, e uma taxa de administração média dos consórcios de 0,77%, com base nos dados do BC.
Mas é preciso ficar atento: por serem formas diferentes de compra, não é apenas o cálculo da economia em dinheiro que deve ser levado em conta na hora de escolher uma ou outra. Quando se trata de um consórcio de automóvel de 60 meses, como mostrado na simulação, o comprador do consórcio pode receber o carro só no fim do prazo, ou seja, cinco anos depois.
A avaliação de qual a melhor opção de compra depende, assim, da possibilidade e do custo da espera pelo bem. Quem está morando de aluguel, por exemplo, deve colocar este gasto no papel para decidir se pode esperar o sorteio de um consórcio.
"No financiamento, o consumidor já retira o carro na hora, há um imediatismo que é diferente do consórcio, em que ele precisa ou dar um lance (o maior lance) ou ser sorteado", diz o vice-presidente da Anefac, Miguel Ribeiro de Oliveira.
No consórcio, os participantes pagam mensalmente as parcelas, mas só levam o bem para casa depois de serem contemplados: é preciso ser sorteado ou dar o lance mais alto para ser "escolhido".
A definição se dá por meio de sorteios e dos lances. Para participar do sorteio basta estar com a mensalidade em dia e, se contemplado, o cotista recebe o crédito para a compra do bem.
Caso não tenha sido sorteado, o participante também pode dar um lance, ou seja, fazer uma oferta para ser contemplado. Leva o crédito de compra o participante que der o lance mais alto, sendo que as ofertas são sigilosas. No entanto, cada consórcio tem regras específicas, por isso a Abac recomenda ler o contrato para saber as condições para participar do sistema de lance.
Alta dos preços
O consumidor precisa considerar, ainda, a possibilidade de valorização – ou desvalorização – do bem a ser adquirido. Isso porque, no caso dos consórcios, o cliente recebe, em geral, uma carta de crédito com um valor pré-determinado, corrigido pela inflação. Assim, caso o preço do bem suba mais que a inflação no período entre a contratação do consórcio e o recebimento da carta de crédito, o valor pode não ser suficiente para comprá-lo.
Perspectiva de alta da Selic
Com a perspectiva de alta da taxa básica de juros da economia, a Selic, a diferença entre as duas modalidades e economia feita com o consórcio tende a aumentar, diz o vice-presidente da Anefac, que fez as simulações de compra a pedido do G1.
Mesmo sendo uma modalidade de compra mais econômica, o volume movimentado pelos consórcios é bem menor que o dos empréstimos. Dos 3,6 milhões de automóveis e comerciais leves licenciados no ano passado, 51% foram financiados e 8% foram adquiridos por meio de cotas de consórcio, segundo dados da Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras (Anef).
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
O Corretor vencedor é um Corretor Triple A: Ambicioso, Autoconfiante e Audacioso! Ambição é querer algo, autoconfiança é acreditar que pode e audácia é arriscar para atingir os objetivos.
Não tenha medo de errar, seja um Corretor arrojado, assuma riscos em tudo o que fizer. Tenha uma estratégia e um plano de execução definidos, uma grande meta e um grande propósito. Seu objetivo não é se sacrificar, mas produzir resultados. Tenha disciplina!
2. Seja sempre positivo.
Suas ações tem que estar alinhadas pelo entusiasmo! A maneira que você reage às derrotas é o que lhe faz um profissional multicampeão! Sem entusiasmo não há superação. Não é o sucesso que traz o entusiasmo, é o entusiasmo que traz o sucesso.
3. Conhecimento é poder.
Seja um eterno ‘’insatisfeito’’ com o conhecimento que você já tem, busque sempre mais! Invista no seu networking, construa alianças, pessoas de sucesso são inspiradoras. Com ‘’quem’’ trabalhar é mais importante do que ‘’qual’’ projeto trabalhar.
4. Tenha presença corporativa.
A sua capacidade de prender a atenção dos seus colegas e clientes é fundamental para ter sucesso dentro e fora da sua empresa. Você não perde vendas pela qualidade ou pela natureza do produto, perde pela falta do ’’poder’’ de influência.
5. A persistência é amiga da conquista.
Encarar desafios e não se deixar vencer por dificuldades é uma característica de quem busca o sucesso! Tenha perseverança, e não desista! Às vezes é difícil, geralmente, é desafiador. O importante é transformar o seu sonho em realidade.
A natureza cria poucos homens de sucesso, a dedicação e o treinamento criam muitos!
Caros colegas, desejo a todos muita saúde, crescimento profissional e claro: muitas vendas.
Um forte abraço.
www.schiaveimoveis.com.br
CORRETOR DE IMÓVEIS É MATAR UM LEÃO POR DIA!!!
1. Busque sempre o resultado
1. Busque sempre o resultado
Não tenha medo de errar, seja um Corretor arrojado, assuma riscos em tudo o que fizer. Tenha uma estratégia e um plano de execução definidos, uma grande meta e um grande propósito. Seu objetivo não é se sacrificar, mas produzir resultados. Tenha disciplina!
2. Seja sempre positivo.
Suas ações tem que estar alinhadas pelo entusiasmo! A maneira que você reage às derrotas é o que lhe faz um profissional multicampeão! Sem entusiasmo não há superação. Não é o sucesso que traz o entusiasmo, é o entusiasmo que traz o sucesso.
3. Conhecimento é poder.
Seja um eterno ‘’insatisfeito’’ com o conhecimento que você já tem, busque sempre mais! Invista no seu networking, construa alianças, pessoas de sucesso são inspiradoras. Com ‘’quem’’ trabalhar é mais importante do que ‘’qual’’ projeto trabalhar.
4. Tenha presença corporativa.
A sua capacidade de prender a atenção dos seus colegas e clientes é fundamental para ter sucesso dentro e fora da sua empresa. Você não perde vendas pela qualidade ou pela natureza do produto, perde pela falta do ’’poder’’ de influência.
5. A persistência é amiga da conquista.
Encarar desafios e não se deixar vencer por dificuldades é uma característica de quem busca o sucesso! Tenha perseverança, e não desista! Às vezes é difícil, geralmente, é desafiador. O importante é transformar o seu sonho em realidade.
A natureza cria poucos homens de sucesso, a dedicação e o treinamento criam muitos!
Caros colegas, desejo a todos muita saúde, crescimento profissional e claro: muitas vendas.
Um forte abraço.
www.schiaveimoveis.com.br
Os passos para registrar um imóvel.
"Cabem aos cartórios verificar se a documentação do imóvel está correta. O bom corretor de imóveis não pode vender nada que não tenha o registro."
Registro de um imóveis é fundamental para mostrar a existência da propriedade perante a lei. Neste processo é papel dos cartórios verificar se a documentação está em dia para realizar o registro, como por exemplo, a aprovação da prefeitura e da Câmara Municipal quanto à expansão urbana e Plano Diretor. Como ocorre o processo de regularização de um imóvel? O Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (CRECI-SP), disponibiliza palestras sobre o assunto,
http://www.crecisp.gov.br/index.asp.
O registro de imóveis é parte fundamental quando o comprador realiza a compra do imóvel. Qual a importância da regularização de um imóvel?
O registro é fundamental, porque você não tem um imóvel se não houver o devido registro. É importante lembrar que quem não registra não é dono. Os cartórios tem o número da matrícula, a documentação, as informações sobre o imóvel e se está tudo em dia.
Neste contexto, qual o papel do corretor de imóveis?
O bom corretor de imóveis não pode vender nada que não tenha o registro. A primeira coisa que o profissional precisa saber é se existe registro do imóvel, e isso ele vê no cartório. É muito importante ter seriedade e trabalhar com clareza.
Qual o procedimento adequado para regularizar o registro?
Existem muitas maneiras, dependendo do tipo de imóvel. A incorporação imobiliária só tem valor se atender a lei 4591, de 1964, e colocou as obrigações para se fazer uma construção. É preciso registrar uma incorporação e dentro disso vai constar todas as informações, como por exemplo o metro quadrado. No caso do loteamento, ele precisa fazer o registro de acordo com a lei 6766. Desta forma destaco que o corretor não pode anunciar a venda ou tentar vender se não houver estes dois registros.
Depois de aprovada a planta, o responsável vai até o cartório e requer o registro. Mas para que esta planta seja aprovada, é preciso consentir a expansão urbana da terra e quem determina isso é a Câmara Municipal de Vereadores de cada cidade. Deverá ser criada uma lei específica que vai permitir a expansão urbana. Esta lei já deve ser determinada pelo estatuto da cidade, através do Plano Diretor, mas mesmo havendo um prazo para os municípios se adequarem, muitos ainda não possuem este plano diretor, que é obrigatório.
Qual o papel dos cartórios nesse processo?
O cartório não pode fazer o registro se não houver aprovação do processo pelo município e pela Câmara Municipal. O loteamento, por exemplo, só pode existir com as autorizações do município e da câmara quanto a expansão urbana. Cabe ao cartório verificar se a documentação está correta, fazer o registro e publicar. O papel do cartório é levar ao público que ali existe um loteamento.
A vale ressaltar que o trabalho do corretor de imóveis é importante pois você não quer comprar "gato por lebre" procure o corretor de imóveis mais perto de você e faça um ótimo negocio com segurança e garantia plena com a satisfação de um trabalho bem feito.
visitem nosso site, curta nossa pagina de sua sugestão para que possamos melhora-la.
www.schiaveimoveis.com.br
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IMAGENS DE NOSSA CIDADE, INDAIATUBA-SP.
Registro de um imóveis é fundamental para mostrar a existência da propriedade perante a lei. Neste processo é papel dos cartórios verificar se a documentação está em dia para realizar o registro, como por exemplo, a aprovação da prefeitura e da Câmara Municipal quanto à expansão urbana e Plano Diretor. Como ocorre o processo de regularização de um imóvel? O Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (CRECI-SP), disponibiliza palestras sobre o assunto,
http://www.crecisp.gov.br/index.asp.
O registro de imóveis é parte fundamental quando o comprador realiza a compra do imóvel. Qual a importância da regularização de um imóvel?
O registro é fundamental, porque você não tem um imóvel se não houver o devido registro. É importante lembrar que quem não registra não é dono. Os cartórios tem o número da matrícula, a documentação, as informações sobre o imóvel e se está tudo em dia.
Neste contexto, qual o papel do corretor de imóveis?
O bom corretor de imóveis não pode vender nada que não tenha o registro. A primeira coisa que o profissional precisa saber é se existe registro do imóvel, e isso ele vê no cartório. É muito importante ter seriedade e trabalhar com clareza.
Qual o procedimento adequado para regularizar o registro?
Existem muitas maneiras, dependendo do tipo de imóvel. A incorporação imobiliária só tem valor se atender a lei 4591, de 1964, e colocou as obrigações para se fazer uma construção. É preciso registrar uma incorporação e dentro disso vai constar todas as informações, como por exemplo o metro quadrado. No caso do loteamento, ele precisa fazer o registro de acordo com a lei 6766. Desta forma destaco que o corretor não pode anunciar a venda ou tentar vender se não houver estes dois registros.
Depois de aprovada a planta, o responsável vai até o cartório e requer o registro. Mas para que esta planta seja aprovada, é preciso consentir a expansão urbana da terra e quem determina isso é a Câmara Municipal de Vereadores de cada cidade. Deverá ser criada uma lei específica que vai permitir a expansão urbana. Esta lei já deve ser determinada pelo estatuto da cidade, através do Plano Diretor, mas mesmo havendo um prazo para os municípios se adequarem, muitos ainda não possuem este plano diretor, que é obrigatório.
Qual o papel dos cartórios nesse processo?
O cartório não pode fazer o registro se não houver aprovação do processo pelo município e pela Câmara Municipal. O loteamento, por exemplo, só pode existir com as autorizações do município e da câmara quanto a expansão urbana. Cabe ao cartório verificar se a documentação está correta, fazer o registro e publicar. O papel do cartório é levar ao público que ali existe um loteamento.
A vale ressaltar que o trabalho do corretor de imóveis é importante pois você não quer comprar "gato por lebre" procure o corretor de imóveis mais perto de você e faça um ótimo negocio com segurança e garantia plena com a satisfação de um trabalho bem feito.
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quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Total de participantes em consórcios sobe 10,1% em agosto, indica Abac.
Associação indica que setor chegou a 5,55 milhões de participantes.
Número de contemplações teve alta de 1,3% de janeiro a agosto.

O número de participantes ativos no sistema de consórcios chegou a 5,55 milhões em agosto, o que representa um crescimento de 10,1% em relação aos 5,04 milhões registrados em igual mês de 2012, segundo pesquisa divulgada nesta segunda-feira (30) pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac).
De acordo com a entidade, o total de consorciados aumentou em todos os setores – veículos automotores, imóveis e serviços – com exceção dos eletroeletrônicos e outros bens móveis.
De janeiro a agosto, as vendas de novas cotas ficaram estáveis em 1,66 milhão, mas cresceu o número de contemplações, que passaram de 807,6 mil nos oito primeiros meses de 2012 para 816,9 mil, o que equivale a crescimento de 1,2%.
Veículos
O setor de veículos automotores, que agrupa veículos leves, veículos pesados e motocicletas, registrou crescimento em relação ao ano passado. Em agosto, o número de participantes teve alta 11,6% e chegou a 4,80 milhões de consorciados.
Entre janeiro e agosto, o acumulado de vendas cresceu 1,3%, enquanto a somatória das contemplações aumentou 2,4%.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Governo eleva para R$ 750 mil teto para comprar imóvel com FGTS
Limite vai subir de R$ 500 mil para R$ 750 mil em SP, RJ, MG e DF.
Para os demais estados, limite passou para até R$ 650 mil.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu elevar nesta segunda-feira (30) o valor do imóvel que pode ser comprado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), assim como o valor da casa própria que poder ser financiada dentro das regras do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) – modalidade de crédito que conta com juros mais baratos.
O valor do imóvel subirá de R$ 500 mil para até R$ 750 mil para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal a partir desta terça-feira (1). Nas cidades desses estados, segundo o BC, os preços dos imóveis, assim como os custos, são maiores. Para os demais estados, o limite será elevado para até R$ 650 mil.
"O limite de R$ 500 mil estava vigente desde 2009. De lá para cá, a gente teve inflação. O IGP-M, por exemplo, subiu 27,84% e o IPC da Fipe avançou 23,72%. O setor de construção civil está pedindo isso há mais de dois anos, e as instituições financeiras também. Estavam falando que imóveis não se conseguem mais financiar com recursos da poupança", afirmou o chefe-adjunto do Departamento de Normas do BC, Júlio Carneiro. Segundo apurou o G1, o objetivo do governo com a medida é estimular a economia.
Valor do financiamento.
Segundo as novas regras, para imóveis financiados dentro das regras do SFH, o limite do financiamento não poderá ser superior a 80% do valor de avaliação do imóvel. Para financiamentos que prevejam a utilização do Sistema de Amortização Constante (SAC), esse percentual poderá atingir 90% do valor de avaliação, informou o Banco Central.
Pelas regras anteriores, segundo o Banco Central, o limite de financiamento era de 90% do valor de avaliação do imóvel tanto para a tabela Price quanto para o SAC. Com as mudanças, somente o SAC continuará com este limite. No caso da tabela Price, o limite cairá para 80%.
O chefe-adjunto do Departamento de Normas do BC explicou que nos financiamentos efetuados por meio do SAC, as prestações começam maiores e depois vão caindo, enquanto que na tabela Price as prestações têm valor fixo. Por isso, disse ele, a amortização é mais rápida pelo sistema SAC.
Taxas de juros.
De acordo com Julio Carneiro, da autoridade monetária, atualmente as taxas de mercado para imóveis acima de R$ 500 mil estão em cerca de 10% ao ano. "No SFH, tem gente fazendo [financiamentos] a 8% a 9% ao ano", declarou Carneiro, acrescentando que, por isso, ele não acredita que a medida vá gerar um "boom" no mercado imobiliário.
A decisão do CMN deve aquecer a procura por residências, o que pode fazer com que o preço do metro quadrado volte a subir num ritmo maior, segundo analistas ouvidos pelo G1.
Último reajuste.
A última vez que o limite de imóvel que pode ser financiado dentro das regras do SFH subiu foi em abril de 2009, ou seja, há mais de quatro anos. Naquele momento, o valor subiu de R$ 350 mil para até R$ 500 mil.
No final do ano passado, o presidente em exercício do Conselho Curador do FGTS, o assessor especial do Ministério do Trabalho Luiz Fernando Emediato, já tinha afirmado que não via problema em um aumento no valor do imóvel a ser financiado dentro das regras do SFH de R$ 500 mil para R$ 750 mil. Na ocasião, entretanto, ele explicou que a decisão caberia ao CMN.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
CRIATIVIDADE TODOS NÓS TEMOS!!!!
EM UMA DECORAÇÃO NO PASSADO SE FALAVA DE MILHARES DE REAIS PARA DECORAR UM SALA UM QUARTO IMAGINE A CASA TODA, MAS HOJE ISSO NÃO É MAIS REALIDADE COM UM POUCO DE CRIATIVIDADE E TEMPOS PARA EXECUTAR O TRABALHO SUA CASA FICARÁ LINDA E NOVA PARA RECEBER SEUS ENTES QUERIDOS.
DECORAÇÃO DE UM SALA SIMPLES E BARATA!!!!
OPÇÃO DE DECORAÇÃO EM JARDIM OU ATE MESMO UM ORTA ASSIM OS VISITANTES SE ENCANTAM COM AS BELAS PLANTAS E COM SUA CRIATIVIDADE E DESEMPENHO, COM PEQUENAS SOBRAS DE OBRA COMO TIJOLOS E MADEIRA PODEMOS MONTAR UM JARDIM LINDO COM PLANTAS QUE ATRAEM OS PÁSSAROS EM SUA RESIDENCIA TRANSFORMANDO ASSIM O AMBIENTE AGRADAVÉL E HARMONIOSO.
VEJA ESTE JARDIM LINDO NÃO ACHAM, SOBRA DE CONSTRUÇÃO MATÉRIA PRIMA BARATA E SEM DESCARTE SÓ COMPRANDO AS MUDAS, SEMENTES, PLANTAS EXÓTICAS OU NÃO FICA AO SEU CRITÉRIO A ESCOLHA DAS PLANTAS!!!!
AGORA VEJA VOCÊ UMA HORTA BEM CONSTRUÍDA COM AS PEDRAS E VASOS QUEBRADOS QUE SOBRARAM DE UM CONSTRUÇÃO APROVEITANDO ASSIM O MATERIAL QUE SERIA DESCARTADO, A CRIATIVIDADE NÃO TEM FIM ELA NOS AJUDA A CONSTRUIR BENEFICIOS, DESOCUPAR OS ESPAÇOS E ATRIBUIR LINDAS PAISAGENS VEJAM AS FOTOS ABAIXO.
AINDA NÃO TERMINADA MAIS DÁ PARA SE TER UMA IDEIA DE COMO FICA BOM, AGORA UMA MÃO DE VERNIZ OU UMA TINTA PARA DAR UMA ILUSTRADA E PRONTO É SÓ CULTIVAR SUAS HORTALIÇAS PREFERIDAS.
ADILSON RIBEIRO
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Receita atribui crescimento da arrecadação à lucratividade das empresas
Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A lucratividade das empresas foi a grande responsável pelo crescimento da arrecadação em agosto, informou o secretário adjunto da Receita Federal, Luiz Fernando Teixeira Nunes. A Receita anunciou hoje (23) que o governo federal arrecadou R$ 83,956 bilhões em impostos e contribuições em agosto, recorde para o período. Houve crescimento real de 2,68% em relação ao mesmo período de 2012, descontada a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo Nunes, o resultado mostra um cenário de recuperação da economia.
Os tributos que mais refletem esse crescimento são o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). De acordo com o secretário adjunto, a estimativa mensal desses tributos, corrigida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), cresceu 18,81% entre janeiro e agosto de 2013 ante o mesmo período do ano passado.
"Esse crescimento é forte e mostra um cenário de recuperação da economia. É o reflexo da lucratividade da empresa no ano corrente", destacou Nunes.
O secretário adjunto lembrou ainda que, como os impostos de parte das empresas são pagos pelo lucro presumido, se elas não estão utilizando o balancete de suspensão – que dá direito a corrigir o pagamento acima do devido –, é porque não estão tendo lucro abaixo do esperado. "As estimativas são mensais e, evidentemente, elas avaliam que, se pagaram mais do que as demais, podem fazer balancetes de suspensão. Mas a avaliação é que a estimativas vêm aumentando e os balancetes de suspensão não são reajustados, pois o resultado vem melhorando", explicou.
De acordo com a Receita, entre os principais fatores que influenciaram a arrecadação está o desempenho dos principais indicadores macroeconômicos, incluindo a produção industrial, com crescimento de 1,35% entre dezembro de 2012 e julho de 2013, e a venda de bens e serviços (3,96% na mesma comparação). Houve ainda, no período, aumento da massa salarial, de 11,65%, e do valor em dólares das importações, de 4,63%. Todos os percentuais têm fato gerador em julho e influência na arrecadação de agosto.
Diante desse cenário, a expectativa da Receita Federal é que a arrecadação registre no final do ano crescimento de 3% em comparação ao mesmo período de 2012, mesma projeção anunciada no mês passado por Luiz Fernando Nunes. Ele informou que, para obter o resultado, o órgão não conta com a arrecadação extra em decorrência de programas de refinanciamento de tributos atrasados, que voltaram a ser estudados pelo governo e pelo Congresso Nacional.
"Não levamos em consideração os programas de recuperação fiscal [Refis]. Essa matéria não foi decidida no âmbito do Receita e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional", disse. O Fisco tem se posicionado, em diversas ocasiões, contra os Refis. Perguntado sobre a decisão de reabrir esses programas, o secretário adjunto disse que essas medidas não dependem do Fisco, mas sim do Legislativo e de instâncias superiores do Executivo.
"A decisão política não é da Receita Federal. Ela envolve outras variáveis, como variáveis econômicas. Dependem também da dificuldade de empresas de determinados setores. A decisão é em outras esferas e não vou opinar se elas são certas ou erradas se a sanção presidencial ocorrer."
Daniel Lima
Repórter da Agência Brasil
Brasília - A lucratividade das empresas foi a grande responsável pelo crescimento da arrecadação em agosto, informou o secretário adjunto da Receita Federal, Luiz Fernando Teixeira Nunes. A Receita anunciou hoje (23) que o governo federal arrecadou R$ 83,956 bilhões em impostos e contribuições em agosto, recorde para o período. Houve crescimento real de 2,68% em relação ao mesmo período de 2012, descontada a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo Nunes, o resultado mostra um cenário de recuperação da economia.
Os tributos que mais refletem esse crescimento são o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). De acordo com o secretário adjunto, a estimativa mensal desses tributos, corrigida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), cresceu 18,81% entre janeiro e agosto de 2013 ante o mesmo período do ano passado.
"Esse crescimento é forte e mostra um cenário de recuperação da economia. É o reflexo da lucratividade da empresa no ano corrente", destacou Nunes.
O secretário adjunto lembrou ainda que, como os impostos de parte das empresas são pagos pelo lucro presumido, se elas não estão utilizando o balancete de suspensão – que dá direito a corrigir o pagamento acima do devido –, é porque não estão tendo lucro abaixo do esperado. "As estimativas são mensais e, evidentemente, elas avaliam que, se pagaram mais do que as demais, podem fazer balancetes de suspensão. Mas a avaliação é que a estimativas vêm aumentando e os balancetes de suspensão não são reajustados, pois o resultado vem melhorando", explicou.
De acordo com a Receita, entre os principais fatores que influenciaram a arrecadação está o desempenho dos principais indicadores macroeconômicos, incluindo a produção industrial, com crescimento de 1,35% entre dezembro de 2012 e julho de 2013, e a venda de bens e serviços (3,96% na mesma comparação). Houve ainda, no período, aumento da massa salarial, de 11,65%, e do valor em dólares das importações, de 4,63%. Todos os percentuais têm fato gerador em julho e influência na arrecadação de agosto.
Diante desse cenário, a expectativa da Receita Federal é que a arrecadação registre no final do ano crescimento de 3% em comparação ao mesmo período de 2012, mesma projeção anunciada no mês passado por Luiz Fernando Nunes. Ele informou que, para obter o resultado, o órgão não conta com a arrecadação extra em decorrência de programas de refinanciamento de tributos atrasados, que voltaram a ser estudados pelo governo e pelo Congresso Nacional.
"Não levamos em consideração os programas de recuperação fiscal [Refis]. Essa matéria não foi decidida no âmbito do Receita e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional", disse. O Fisco tem se posicionado, em diversas ocasiões, contra os Refis. Perguntado sobre a decisão de reabrir esses programas, o secretário adjunto disse que essas medidas não dependem do Fisco, mas sim do Legislativo e de instâncias superiores do Executivo.
"A decisão política não é da Receita Federal. Ela envolve outras variáveis, como variáveis econômicas. Dependem também da dificuldade de empresas de determinados setores. A decisão é em outras esferas e não vou opinar se elas são certas ou erradas se a sanção presidencial ocorrer."
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
FGTS
Carteira de trabalho: FGTS pode ser sacado em caso de demissão sem justa causa, compra de imóvel, entre outras condições
São Paulo – Há poucas situações em que se pode sacar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O fundo serve como uma espécie de seguro para quem é demitido sem justa causa ou que passa por situações difíceis.
Por outro lado, sua rentabilidade de 3% ao ano mais Taxa Referencial (TR) é tão baixa que a perda do poder de compra desse dinheiro frente à inflação tem sido inevitável.
Em função disso, cabe questionar: vale a pena resgatar os recursos do FGTS integralmente sempre que possível? Em que casos?
Especialistas são unânimes: sim, se você puder, resgate
Com uma rentabilidade tão baixa, o FGTS perde até da inflação. De setembro de 2012 a agosto de 2013, a inflação oficial (IPCA) foi de 6,98%. Já o FGTS rendeu 3% mais uma TR acumulada de 0,0209% no período, metade da inflação.
É menos que a mais tradicional e conservadora das aplicações financeiras do Brasil, a caderneta de poupança, que recentemente voltou a render 0,50% ao mês mais TR, o que totaliza, pelo menos, 6,17% ao ano.
"Do ponto de vista financeiro sempre é vantagem resgatar, porque na caderneta de poupança, com risco idêntico, a rentabilidade já é melhor", afirma Jurandir Sell Macedo, consultor de finanças pessoais do Itaú Unibanco e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Mário Avelino, presidente do Instituto FGTS Fácil, é ainda mais enfático: "Recomendo que assim que alguém tiver oportunidade de resgatar recursos do seu FGTS, que o faça. No fundo, o dinheiro perde valor de compra dia a dia".
Em tese, qualquer destinação que se dê a esses recursos – de comprar a casa própria a investir em aplicações financeiras – é mais interessante. Dependendo da aplicação, pode haver perdas, mas também é possível ter chances maiores de ganhos.
Foi o que ocorreu, por exemplo, com quem, no início dos anos 2000, destinaram até 50% de seu FGTS a fundos que aplicavam em ações de Petrobras e Vale. De 2000 para cá, mesmo com as perdas que ocorreram pelo caminho, os fundos Petrobras renderam cerca de 300%, enquanto o FGTS não rendeu nem 90%; os da Vale superaram os 700% desde 2002, enquanto que o FGTS não chegou a render 80%.
Contudo, há alguns cuidados a se observar. Jurandir Macedo lembra que o FGTS é uma reserva de emergência para momentos de necessidade, como desemprego ou doenças graves na família. Portanto, quem puder resgatar os recursos do fundo deve emprega-los com sabedoria, para investimentos ou para as suas necessidades.
Essa é a mesma visão do consultor financeiro e fundador da Academia do Dinheiro Mauro Calil: "Se você não for usar o dinheiro para viajar, trocar a televisão ou gastar no shopping, aí sim, vale a pena resgatá-lo", diz Calil.
Carteira de trabalho: FGTS pode ser sacado em caso de demissão sem justa causa, compra de imóvel, entre outras condições
São Paulo – Há poucas situações em que se pode sacar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O fundo serve como uma espécie de seguro para quem é demitido sem justa causa ou que passa por situações difíceis.
Por outro lado, sua rentabilidade de 3% ao ano mais Taxa Referencial (TR) é tão baixa que a perda do poder de compra desse dinheiro frente à inflação tem sido inevitável.
Em função disso, cabe questionar: vale a pena resgatar os recursos do FGTS integralmente sempre que possível? Em que casos?
Especialistas são unânimes: sim, se você puder, resgate
Com uma rentabilidade tão baixa, o FGTS perde até da inflação. De setembro de 2012 a agosto de 2013, a inflação oficial (IPCA) foi de 6,98%. Já o FGTS rendeu 3% mais uma TR acumulada de 0,0209% no período, metade da inflação.
É menos que a mais tradicional e conservadora das aplicações financeiras do Brasil, a caderneta de poupança, que recentemente voltou a render 0,50% ao mês mais TR, o que totaliza, pelo menos, 6,17% ao ano.
"Do ponto de vista financeiro sempre é vantagem resgatar, porque na caderneta de poupança, com risco idêntico, a rentabilidade já é melhor", afirma Jurandir Sell Macedo, consultor de finanças pessoais do Itaú Unibanco e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Mário Avelino, presidente do Instituto FGTS Fácil, é ainda mais enfático: "Recomendo que assim que alguém tiver oportunidade de resgatar recursos do seu FGTS, que o faça. No fundo, o dinheiro perde valor de compra dia a dia".
Em tese, qualquer destinação que se dê a esses recursos – de comprar a casa própria a investir em aplicações financeiras – é mais interessante. Dependendo da aplicação, pode haver perdas, mas também é possível ter chances maiores de ganhos.
Foi o que ocorreu, por exemplo, com quem, no início dos anos 2000, destinaram até 50% de seu FGTS a fundos que aplicavam em ações de Petrobras e Vale. De 2000 para cá, mesmo com as perdas que ocorreram pelo caminho, os fundos Petrobras renderam cerca de 300%, enquanto o FGTS não rendeu nem 90%; os da Vale superaram os 700% desde 2002, enquanto que o FGTS não chegou a render 80%.
Contudo, há alguns cuidados a se observar. Jurandir Macedo lembra que o FGTS é uma reserva de emergência para momentos de necessidade, como desemprego ou doenças graves na família. Portanto, quem puder resgatar os recursos do fundo deve emprega-los com sabedoria, para investimentos ou para as suas necessidades.
Essa é a mesma visão do consultor financeiro e fundador da Academia do Dinheiro Mauro Calil: "Se você não for usar o dinheiro para viajar, trocar a televisão ou gastar no shopping, aí sim, vale a pena resgatá-lo", diz Calil.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
domingo, 2 de junho de 2013
INDICE NACIONAL DE CUSTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL.
INCC significa Índice Nacional de Custo da CONSTRUÇÃO, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas. Tem a finalidade de apurar a evolução dos custos das construções habitacionais. Usualmente é utilizado para correção dos contratos de compra de imóveis, enquanto a obra está em execução.
A apuração abrange materiais e equipamentos, serviços e mão-de-obra da construção. Atualmente a coleta de dados é feita em 7 capitais do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília).
Histórico
O INCC foi divulgado pela primeira vez em 1950. De inicio, o índice cobria apenas a cidade do Rio de Janeiro e sua sigla era ICC (Índice de Custo da Construção). Nas décadas seguintes, a atividade econômica descentralizou-se e o IBRE (Instituto Brasileiro de Economia) passou a acompanhar os custos da construção em outras localidades. Além disso, em vista das inovações introduzidas nas técnicas de construção, o ICC teve que incorporar novos produtos e especialidades de mão de obra.Em fevereiro de 1985, para efeito de cálculo do IGP (Índices Gerais de Preços), o ICC deu lugar ao INCC.
Um dos termos mais comuns do mercado imobiliário, o VGV, é também um dos que mais despertam a curiosidade dos que estão entrando neste mercado. Afinal, qual o significado do termo VGV e qual sua importância para o mercado imobiliário?
VGV significa Valor Geral de Vendas. É um valor calculado pela soma do valor potencial de venda de todas as unidades de um empreendimento a ser lançado.
Por exemplo: a construtora A pretende lançar
um empreendimento com 70 apartamentos a R$ 350.000,00 cada. O VGV deste empreendimento é de R$ 24.500.000,00, ou seja, ele tem o potencial de gerar R$ 24.500.000,00 em receitas. Isto não significa que ele irá necessariamente gerar este valor, pois uma série de fatos podem fazer com que a receita total varie, como alteração no preço dos imóveis, margem de negociação e uma série de outros motivos, mas o indicador ajuda a identificar o potencial comercial do empreendimento.
Qual a importância do VGV?
Além ajudar a indicar se o empreendimento é ou não viável do ponto de vista comercial, o VGV auxilia na definição do orçamento da obra, das verbas administrativas da incorporadora, no desempenho da empresa no mercado, dentre outros.
De acordo com levantamento feito pela Folha Online em 2006, as incorporadoras de São Paulo gastam de 3% a 6% do VGV de um empreendimento imobiliário em marketing. Já a forma como este percentual é distribuído nas ações de marketing depende do perfil de cada empreendimento, do público-alvo e das características do produto. Geralmente a maior parte é investida nos pontos de venda, onde o negócio é fechado.
Você, futuro morador de um apartamento novo, já deve ter ouvido muito falar de um documento que dependemos diretamente para a entrega do imóvel depois de construído, o Habite-se Mas afinal
você sabe o que é o Habite-se?
É um documento, emitido pela prefeitura local, atestando que o imóvel foi construído seguindo as exigências da legislação municipal onde o empreendimento está localizado. Enfim, é uma certidão que aprova o imóvel como "pronto para ser habitado".
Para retirar o Habite-se, o proprietário do imóvel, no caso a construtora, faz a requisição junto ao órgão competente da prefeitura, que providencia uma vistoria no local para constatar se o que foi construído realmente condiz com o projeto inicial aprovado na prefeitura.
Incorporação Imobiliária é um documento registrado em cartório que dá a segurança para o cliente quanto à condição técnica e idoneidade do incorporador, além da legalidade do projeto, as características e metragens do imóvel, bem como as regras de convivência em condomínio.
Incorporação Imobiliária é o ato de empreender um projeto imobiliário. É quando uma pessoa (física ou jurídica) se compromete a construir um edifício ou conjunto deles, como apartamentos e áreas comuns. O incorporador também pode comercializar as unidades antes (na fase da planta) ou durante a fase de construção do empreendimento.
PROCURANDO A MELHOR OPÇÃO DESEJA COMPRAR OU VENDER, PARA MORADIA OU INVESTIMENTO A SCHIAVE IMÓVEIS TEM OQUE VOCÊ PROCURA!!!!
http://www.schiaveimoveis.com.br/
(19) 3816-1773 / (19) 7823-0844 / ID: 89*107516
INCC significa Índice Nacional de Custo da CONSTRUÇÃO, elaborado pela Fundação Getúlio Vargas. Tem a finalidade de apurar a evolução dos custos das construções habitacionais. Usualmente é utilizado para correção dos contratos de compra de imóveis, enquanto a obra está em execução.
A apuração abrange materiais e equipamentos, serviços e mão-de-obra da construção. Atualmente a coleta de dados é feita em 7 capitais do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre e Brasília).
Histórico
O INCC foi divulgado pela primeira vez em 1950. De inicio, o índice cobria apenas a cidade do Rio de Janeiro e sua sigla era ICC (Índice de Custo da Construção). Nas décadas seguintes, a atividade econômica descentralizou-se e o IBRE (Instituto Brasileiro de Economia) passou a acompanhar os custos da construção em outras localidades. Além disso, em vista das inovações introduzidas nas técnicas de construção, o ICC teve que incorporar novos produtos e especialidades de mão de obra.Em fevereiro de 1985, para efeito de cálculo do IGP (Índices Gerais de Preços), o ICC deu lugar ao INCC.
Um dos termos mais comuns do mercado imobiliário, o VGV, é também um dos que mais despertam a curiosidade dos que estão entrando neste mercado. Afinal, qual o significado do termo VGV e qual sua importância para o mercado imobiliário?
VGV significa Valor Geral de Vendas. É um valor calculado pela soma do valor potencial de venda de todas as unidades de um empreendimento a ser lançado.
Por exemplo: a construtora A pretende lançar
um empreendimento com 70 apartamentos a R$ 350.000,00 cada. O VGV deste empreendimento é de R$ 24.500.000,00, ou seja, ele tem o potencial de gerar R$ 24.500.000,00 em receitas. Isto não significa que ele irá necessariamente gerar este valor, pois uma série de fatos podem fazer com que a receita total varie, como alteração no preço dos imóveis, margem de negociação e uma série de outros motivos, mas o indicador ajuda a identificar o potencial comercial do empreendimento.
Qual a importância do VGV?
Além ajudar a indicar se o empreendimento é ou não viável do ponto de vista comercial, o VGV auxilia na definição do orçamento da obra, das verbas administrativas da incorporadora, no desempenho da empresa no mercado, dentre outros.
De acordo com levantamento feito pela Folha Online em 2006, as incorporadoras de São Paulo gastam de 3% a 6% do VGV de um empreendimento imobiliário em marketing. Já a forma como este percentual é distribuído nas ações de marketing depende do perfil de cada empreendimento, do público-alvo e das características do produto. Geralmente a maior parte é investida nos pontos de venda, onde o negócio é fechado.
Você, futuro morador de um apartamento novo, já deve ter ouvido muito falar de um documento que dependemos diretamente para a entrega do imóvel depois de construído, o Habite-se Mas afinal
você sabe o que é o Habite-se?
É um documento, emitido pela prefeitura local, atestando que o imóvel foi construído seguindo as exigências da legislação municipal onde o empreendimento está localizado. Enfim, é uma certidão que aprova o imóvel como "pronto para ser habitado".
Para retirar o Habite-se, o proprietário do imóvel, no caso a construtora, faz a requisição junto ao órgão competente da prefeitura, que providencia uma vistoria no local para constatar se o que foi construído realmente condiz com o projeto inicial aprovado na prefeitura.
Incorporação Imobiliária é um documento registrado em cartório que dá a segurança para o cliente quanto à condição técnica e idoneidade do incorporador, além da legalidade do projeto, as características e metragens do imóvel, bem como as regras de convivência em condomínio.
Incorporação Imobiliária é o ato de empreender um projeto imobiliário. É quando uma pessoa (física ou jurídica) se compromete a construir um edifício ou conjunto deles, como apartamentos e áreas comuns. O incorporador também pode comercializar as unidades antes (na fase da planta) ou durante a fase de construção do empreendimento.
PROCURANDO A MELHOR OPÇÃO DESEJA COMPRAR OU VENDER, PARA MORADIA OU INVESTIMENTO A SCHIAVE IMÓVEIS TEM OQUE VOCÊ PROCURA!!!!
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(19) 3816-1773 / (19) 7823-0844 / ID: 89*107516
terça-feira, 14 de maio de 2013
A importância do Habite-se.
O documento Habite-se dá uma segurança que o imóvel foi construído dentro das normas que foram estabelecidas pela prefeitura. É a prefeitura que aprova ou não a construção de qualquer imóvel.
O Habite-se não garante a qualidade.
Este documento não pode ser considerado um certificado de garantia de que a construção foi feita seguindo às normas de engenharia e arquitetura, e também não atesta a segurança e a qualidade.
Para que serve o Habite-se.
Se o seu projeto para construção de um imóvel foi aprovado pela prefeitura é porque o mesmo obedeceu à legislação local e após a liberação do alvará a construção pode ser iniciada. Se a construção atingiu o nível para emissão do habite-se, o proprietário terá que ir até o órgão competente da prefeitura e providenciar uma vistoria e constatar se o que foi construído retrata o projeto aprovado inicialmente.
Processo de liberação do Habite-se.
O Habite-se será emitido em poucos dias se o projeto foi aprovado. Caso haja um problema, a certidão será liberada somente após a resolução do mesmo.
Documentos necessários para obter o Habite-se.
Sem a certidão do Habite-se o imóvel perde o valor na hora da venda;
Contas de água e luz não atestam regularidade do imóvel;
IPTU emitido serve só para arrecadação de impostos e não porque o imóvel está regularizado;
Entidades que financiam a compra do imóvel exigem a certidão do Habite-se;
Imóveis comerciais que não possuem o Habite-se não conseguem alvará de funcionamento.
Pré requisitos para emissão do Habite-se.
Certidão das concessionárias de serviços públicos;
Laudo do corpo de bombeiro;
O projeto do arquiteto tem que respeitar a legislação urbanística para o local e respeitar o número de andares o total da área construída de acordo com a avaliação da Secretaria de Urbanismo.
Cobre o Habite-se da construtora assim que ela entregar o imóvel. Caso demore muito, procure a Secretaria de Urbanismo para saber o que está acontecendo.
Deseja regularizar seu imóvel, nós temos uma equipe pronta para atende-lo!!!
O documento Habite-se dá uma segurança que o imóvel foi construído dentro das normas que foram estabelecidas pela prefeitura. É a prefeitura que aprova ou não a construção de qualquer imóvel.
O Habite-se não garante a qualidade.
Este documento não pode ser considerado um certificado de garantia de que a construção foi feita seguindo às normas de engenharia e arquitetura, e também não atesta a segurança e a qualidade.
Para que serve o Habite-se.
Se o seu projeto para construção de um imóvel foi aprovado pela prefeitura é porque o mesmo obedeceu à legislação local e após a liberação do alvará a construção pode ser iniciada. Se a construção atingiu o nível para emissão do habite-se, o proprietário terá que ir até o órgão competente da prefeitura e providenciar uma vistoria e constatar se o que foi construído retrata o projeto aprovado inicialmente.
Processo de liberação do Habite-se.
O Habite-se será emitido em poucos dias se o projeto foi aprovado. Caso haja um problema, a certidão será liberada somente após a resolução do mesmo.
Documentos necessários para obter o Habite-se.
Sem a certidão do Habite-se o imóvel perde o valor na hora da venda;
Contas de água e luz não atestam regularidade do imóvel;
IPTU emitido serve só para arrecadação de impostos e não porque o imóvel está regularizado;
Entidades que financiam a compra do imóvel exigem a certidão do Habite-se;
Imóveis comerciais que não possuem o Habite-se não conseguem alvará de funcionamento.
Pré requisitos para emissão do Habite-se.
Certidão das concessionárias de serviços públicos;
Laudo do corpo de bombeiro;
O projeto do arquiteto tem que respeitar a legislação urbanística para o local e respeitar o número de andares o total da área construída de acordo com a avaliação da Secretaria de Urbanismo.
Cobre o Habite-se da construtora assim que ela entregar o imóvel. Caso demore muito, procure a Secretaria de Urbanismo para saber o que está acontecendo.
Deseja regularizar seu imóvel, nós temos uma equipe pronta para atende-lo!!!
segunda-feira, 6 de maio de 2013
VENDA E COMPRA
A VENDA E COMPRA É FEITA DE UM CONTRATO BILATERAL, PELO QUAL UM DOS CONTRATANTES SE OBRIGA A TRANSFERIR BEM DE SUA PROPRIEDADE AO OUTRO, MEDIANTE O PAGAMENTO DO PREÇO AJUSTADO.
O CONTRATO DE VENDA E COMPRA, POR SI SÓ, NÃO GERA NENHUM DIREITO REAL AO COMPRADOR, POIS A TRANSFERÊNCIA DOS DIREITOS SOBRE O IMÓVEL SE EFETIVARÁ MEDIANTE A TRANSCRIÇÃO DO INSTRUMENTO CONTRATUAL NO REGISTRO DE IMÓVEIS.
O REGISTRO DE UM CONTRATO DE VENDA E COMPRA DE BEM IMÓVEL DEVERÁ, VIA DE REGRA, SER FEITO MEDIANTE A APRESENTAÇÃO DA ESCRITURA PÚBLICA, DOCUMENTO ESSE QUE PRODUZ TODOS TERMOS E AJUSTES QUE CONSTAM DO CONTRATO E QUE DEVE ESTAR REVESTIDO TODAS AS FORMALIDADES EXIGIDAS PELA LEI.
TODAVIA, A LEGISLAÇÃO BRASILEIRA ADMITE, EM CASOS ESPECÍFICOS, QUE ESSE TIPO DE REGISTRO SE EFETUE POR INSTRUMENTO PARTICULAR, CONFERIDO- LHE FORÇA DE ESCRITURA PÚBLICA.
NO REGISTRO DE IMÓVEIS SE TRANSCREVEM DIVERSAS ESPECIES DE VENDA E COMPRA COMO:
- VENDA E COMPRA SIMPLES.
- VENDA E COMPRA CUMPRINDO COMPROMISSO DE VENDA E COMPRA.
- VENDA E COMPRA DA NUA PROPRIEDADE.
- VENDA E COMPRA DO USUFRUTO.
- VENDA E COMPRA POR INSTRUMENTO PARTICULAR.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
imóveis na planta, veja a vantagem e desvantagem em comprar!!!
Vantagens
- Financiamento de até 100% do valor do imóvel.
- Valoriza de 20% a 30% até a entrega das chaves.
- Arquitetura adequada à vida atual - terraço maior, suítes e mais vagas na garagem, área de lazer, infraestrutura elétrica, hidráulica e gás encanado.
- Personalizar projeto de acordo com necessidades da família.
- Menos gasto com manutenção.
Desvantagens
- Esperar três anos, em média, o prazo da construção.
- Risco de não ser entregue na data prevista.
- Custo maior do que um usado dependendo da localização.
- Gasto com acabamentos equivale, em média, a 20% do valor do imóvel.
- Ao ficar pronto pode ser diferente do apresentado na planta.
Dica
- Descubra o CNPJ da empresa (incorporadora ou construtora) e cheque sua conduta no Ministério da Fazenda.
- Pesquise sobre o assunto na cartilha imóveis na planta do Procon.
- Acompanhe a construção.
- Como está pronto, o comprador sabe exatamente o que vai adquirir.
- Financiamento de até 100% do valor do imóvel.
- Arquitetura adequada à vida atual - terraço maior, suítes e mais vagas na garagem, área de lazer, infraestrutura elétrica, hidráulica e gás encanado.
- Menos gasto com manutenção.
Desvantagens
- Perda de desconto de até 20% do valor do imóvel quando comprado na planta.
- Custo maior do que eu usado dependendo da localização.
- Sem opção de escolha de acabamentos.
- Possível necessidade de pequenas reformas.
Dica
Pesquise sobre o assunto no Procon.
Usado
- Financiamento de até 80% do valor do imóvel.
- Localização - melhor preço em bairros melhores.
- Tamanho do imóvel antigo é maior do que os novos.
- Reforma pode valorizar imóvel que é investimento.
- O comprador sabe exatamente o que vai adquirir: vista, luminosidade, ambientes, metragem.
- Mais barato do que um imóvel novo.
Desvantagens
- Gastos com reforma e manutenção aumentam com idade da construção.
- Taxa de condomínio costuma ser mais cara em prédios mais antigos.
- Projeto arquitetônico desatualizado.
- Sem mecanismos de economia de água e energia.
- Sem gás encanado em alguns casos - gastos futuros para instalação de gás encanado.
- Áreas de lazer pequenas ou inexistentes.
Dica
Pesquise o assunto na cartilha imóveis usados do Procon.
Pagamento à vista
- É considerada por especialista em finanças pessoais a "melhor forma" para adquirir um imóvel.
- Não paga os juros de um financiamento bancário, correção monetária ou taxas de administração.
- FGTS pode ser usado como parte do pagamento à vista.
- Facilidade para negociar desconto na hora da compra.
- É preciso poupar a renda familiar e fazer planejamento de longo prazo.
Financiamento
- Valor é descontado do saldo devedor na data da entrega das chaves.
- É necessário quitar à vista ou financiar o saldo devedor com um banco. Pesquise e compare as taxas de juros do mercado.a.
Financiamento com o banco
Imóveis até R$ 500 mil - planta, novos ou usados.
- O Sistema Financeiro de Habitação (SFH) usa recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e dos depósitos da poupança para financiar imóveis.
- Atende 80% dos financiamentos nesta faixa de valor.
- Cobra juros anuais + TR.
- Pesquise e compare os juros cobrados pelos bancos das taxas reguladas pelo governo no Banco Central.
- A Carteira Hipotecária é destinada a quem financia imóveis acima de R$ 500 mil. Os juros são regulados pelo mercado.
- Pesquise e compare as taxas de mercado no Banco Central.
Dica
- Compare os juros entre os bancos. Clientes tem descontos de acordo com o relacionamento com a instituição.
Simule o financiamento
Banco do Brasil
Bradesco
Caixa Econômica Federal
HSBC
Itaú
Santander
SAC ou Tabela Price
- Melhor opção para quem pode gastar mais no início do financiamento.
- Valor inicial das parcelas pode ser maior, mas diminui ao longo do financiamento.
- Parcelas são corrigidas por juros anuais + TR.
- Não gera saldo devedor ao final do pagamento do crédito imobiliário.
Tabela price
- Indicada para quem precisa pagar menos no início do financiamento.
- No começo, as parcelas são formadas, na maior parte, pelos juros.
- A dívida só é amortizada após o período inicial, em média seis anos.
- Precisa que a economia permaneça estável.
- No passado gerou saldo devedor quando o país passou por períodos de alto índice de inflação.
Dica
- Escolha o modelo que é melhor para a realidade da família.
- Os financiamentos habitacionais podem ser feitos em até 35 anos.
- Lembre-se de que quanto maior o prazo, maior o volume de juros pago pelo crédito.
- Reserve no mínimo, 20% do valor do imóvel para dar entrada.
Consórcio Imobiliário
- Indicado para quem tem perfil poupador e planeja o futuro.
- O pagamento de taxa de administração e fundo de reserva são menores quando comparados aos juros do financiamento.
- Tempo definido menor do que os financiamentos.
- Sorteio ou lance dão acesso ao crédito.
- Poupe para dar o lance e receber a carta de crédito, isto facilita a compra do imóvel e reduz o número de parcelas.
A administradora do consórcio tem de ser regulada pelo Banco Central.
Dica
- A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio oferece serviço de consulta ao consumidor sobre consórcios na internet ou pelo telefone (11) 3231-5022.
Fundo Imobiliário
- Fundos que investem em empreendimentos imobiliários residenciais e comerciais (prédios residências, shoppings, hospitais etc.).
- Teve início em 1993, mas cresceu nos últimos dois anos.
- Os fundos imobiliários já tem 100 mil cotistas no país.
Risco é comparável ao da Bolsa de Valores
- Investimento de alto risco, pode ser comparado ao investimento na bolsa de valores.
- informação é a melhor estratégia para quem pretende investir. Estude, consulte especialistas.
- Retorno é feito pelo da distribuição de resultados do fundo - aluguel pago no empreendimento ou venda das cotas do Fundo.
- Valor mínimo da cota depende do fundo no qual se quer investir.
- Investimento de longo prazo.
- Registrados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
- Negociado na Bolsa de Valores.
- São administrados por gestores.
- Se for investir diversifique a carteira e não em um único fundo.
- Comece aos poucos para conhecer o mercado.
Dica
- Sabia mais em Bovespa
- Pesquise o registro do fundo na CVM
segunda-feira, 29 de abril de 2013
É ATO REGISTRADO NO CARTÓRIO ASSENTO ONDE SE ENCONTRA A TRANSMIÇÃO DE TITULO DE AQUISIÇÃO DO IMÓVEL COMPROMETIDO.
O COMPROMISSO DE VENDA E COMPRA É UM CONTRATO, REVESTIDO DOS REQUISITOS FORMULADOS PELA LEI, PELO QUAL OS COMPRMITENTES COMPRADOR E VENDEDOR ASSUMEM OBRIGAÇÕES RECIPROCAS DE VENDER E COMPRAR A COISA MENCIONADA NO CONTRATO, PELO PREÇO, NO PRAZO E SOB AS CONDIÇÕES QUE FORAM INTITUÍDAS NO COMPROMISSO.
CONTRUA SEUS SONHOS, ADQUIRA SUA CSA AQUI!!!
O COMPROMISSÁRIO COMPRADOR PODERÁ EXIGIR DO COMPROMITENTE A ESCRITURA DEFINITIVA DO IMÓVEL, MAS PARA QUE ISSO POSSA OCORRER, COMPRMISSO DE VENDA E COMPRA DEVERÁ TER SIDO ANTERIORMENTE REGISTRADO NO REGISTRO DE IMÓVEIS E, AINDA TODOS OS REQUISITOS LEGAIS DEVEM SER ABSERVADOS E OBEDICIDOS.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
USUCAPIÃO
O USUCAPIÃO É A AQUISIÇÃO DO DOMÍNIO PELA POSSE CONTINUADA DE IMÓVEL. É UM MEIO HÁBIL DE AQUISIÇÃO EMBASADO NA POSSE ININTERRUPTA E PACÍFICA DA COISA E NA BOA-FÉ DO POSSUIDOR, QUE ADQUIRE O DOMÍNIO PELO LAPSO DE TEMPO ESTABELECIDO EM LEI.O USUCAPIÃO DE BENS IMÓVEIS É UMA FORMA ORIGINARIA DE SE ADQUIRIR A PROPRIEDADE, APÓS A POSSE CONTINUADA DESSES BENS. AINDA QUE MERAMENTE DECLARATÓRIA, E NÃO CONSTITUTIVA, A SENTENÇA PROFERIDA NA AÇÃO DE USUCAPIÃO, É NECESSÁRIA SE PROCEDA AO SEU REGISTRO, PARA EFEITO DE PUBLICIDADE E DISPONIBILIDADE DO IMÓVEL.
O ARTIGO 945, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL DISPÕE QUE A SENTENÇA QUE JULGAR PROCEDENTE A AÇÃO DE USUCAPIÃO SERÁ REGISTRADA,MEDIANTE MANDADO, NO REGISTRO DE IMÓVEIS E O ARTIGO 226, DA LEI DE REGISTROS PÚBLICOS ACRESCENTA QUE OS REQUISITOS DA MATRICULA DEVEM CONSTAR DO MANDADO JUDICIAL. SEGUE-SE QUE, COMBINADOS AMBOS OS DISPOSITIVOS, A SENTENÇA HÁ DE CONTAR OS REQUISITOS PARA O SEU REGISTRO E/OU ABERTURA DE MATRICULA.
O TÍTULO PARA O REGISTRO SERÁ MANDADO. QUE CONTERÁ TODO O TEOR DA SENTENÇA, DEVENDO, TAMBÉM, SER APRESENTADA A CERTIDÃO DE TRÂNSITO EM JULGADO DESTA DECISÃO JUDICIAL. EM SÍNTESE, O MANDADO DEVERÁ CONTAR.
- NOME DO JUIZ E ESPECIFICAÇÃO DO RESPECTIVO CARGO.
- NATUREZA E NUMERO DO PROCESSO.
- NOME E QUALIFICAÇÃO DO AUTOR OU AUTORES, DE FORMA COMPLETA.
- INDICAÇÃO DO IMÓVEL, COM SUAS CARACTERISTICAS, CONFRONTAÇÕES E LOCALIZAÇÃO.
- SENTENÇA E CERTIDÃO DE SEU TRÂNSITO E JULGADO.
- AUTENTICAÇÃO DAS PEÇAS QUE ACOMPANHAREM O MANDADO E ASSINATURA DO JUIZ. A TRANSCRIÇÃO DA SENTENÇA DECLARATÓRIA DE USUCAPIÃO NO REGISTRO DE IMÓVEIS VISA APENAS DAR PUBLICIDADE AO ATO, PARA PREVENIR A BOA-FÉ DE TERCEIROS E ASSEGURAR A CONTUNUIDADE DO REGISTRO.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
DA PENHORA.
A PENHORA É ATO DETERMINADO JUDICIALMENTE NUM PROCESSO EXECUTÓRIO, CONSISTINDO NA APREENSÃO OU NA TOMADA DE BENS DO DEVEDOR PARA QUE POR ELES SE COBRE O CREDOR DE QUE LHE É DEVIDO, GARANTINDO, ASSIM, A EXECUÇÃO DO CREDITO.
O REGISTRO DA PENHORA É DE CARÁTER OBRIGATÓRIO. SERÁ FEITA ATRAVÉS DE MANDADO, OU DE CERTIDÃO EXTRAÍDA DOS AUTOS DE EXECUÇÃO, DA QUAL CONSTE CÓPIA DOS AUTOS OU TERMO DE PENHORA.
O MANDADO OU CERTIDÃO SERÃO EXPEDIDOS PARA SEU REGISTRO NO CARTÓRIO DE REGISTRO DE IMÓVEIS RESPECTIVO, CABENDO AO EXEQUENTE O SEU CUMPRIMENTO. O MANDADO OU CERTIDÃO DEVERÁ CONTER, OBRIGATORIAMENTE:
I. NOME DO JUIZ E ESPECIFICAÇÃO DO RESPECTIVO CARGO;
II. NATUREZA E NUMERO DO PROCESSO;
III. NOME E QUALIFICAÇÃO DAS PARTES DE FORMA COMPLETA. DO EXEQUENTE E DO EXECUTADO. DEVERÁ HAVER PERFEITA COINCIDÊNCIA ENTRE O EXECUTADO. SOMENTE É POSSIVÉL O REGISTRO DA PENHORA EM NOME DE TERCEIRO SE A ELE ALIENADO PELO EXECUTADO, DESDE QUE TENHA SIDO CARACTERIZADO, NO PROCESSO, A FRAUDE DE EXECUÇÃO, POR DECISÃO QUE RECONHECER A INEFICÁCIA DE ALIENAÇÃO EM RELAÇÃO AO EXEQUENTE, CIRCUNSTÂNCIA QUE DEVERÁ CONSTAR DO MANDADO OU DAS CERTIDÕES;
IV. NOME DO DEPOSITÁRIO; V INDICAÇÃO DO IMÓVEL PENHORADO COM SUAS CARACTERISTICAS ESSENCIAIS, INCLUSIVE O NUMERO DA MATRICULA E/OU TRANSCRIÇÃO;
V. ESPECIFICANDO COM SUAS CARACTERISTICAS DO VALOR DA EXECUÇÃO E;
indaiatuba-sp: RETOMANDO AS POSTAGENS COM UM NOVO VISUAL INFORMAT...
indaiatuba-sp: RETOMANDO AS POSTAGENS COM UM NOVO VISUAL INFORMAT...: RETOMANDO AS POSTAGENS COM UM NOVO VISUAL INFORMATIVO. ESTAMOS RETORNANDO COM UMA NOVA ROUPAGEM UNIVERSAL REFERENTE A IMÓVEIS SEJA NO O...
terça-feira, 23 de abril de 2013
RETOMANDO AS POSTAGENS COM UM NOVO VISUAL INFORMATIVO.
ESTAMOS RETORNANDO COM UMA NOVA ROUPAGEM UNIVERSAL REFERENTE A IMÓVEIS SEJA NO OU USADO, NA PLANTA OU TERRENOS ESSA AINDA É A FORMA MAIS CORRETO E RENDAVÉL SE SE INVESTIR SEU DINHEIRO PARA O FUTURO.
SÃO SEM SOMBRA DE DUVIDAS MAIS ESTRUIDAS NA QUESTÃO DE INVESTIMENTOS, NO PASSADO INVESTIAM EM CARROS, MOTOS, AÇÕES DE TELEFONES QUEM SE LEMBRA DESSA ÉPOCA AONDE UMA LINHA DE TELEFONE SE TROCAVA POR CARROS ETC....
HOJE EM DIA INVESTIR EM CARROS É PERDER DINHEIRO A CURTO PRAZO, DESVALORIZA MAIS RÁPIDO QUE A COMPRA DO MESMO PODEMOS ATE COMPARAR DA SEGUINTE FORMA SE O CONSUMIDOR COMPRAR UM MODELO DE VEICULO NO VALOR DE R$ 47.000,00 EM TRÊS MESES ELE ESTARÁ VALENDO EM MEDIA R$ 37.900,00 OU SEJA QUASE 20% DO VALOR UM PERCA CONSIDERAVÉL POIS O MESMO NÃO ACONTESSE POR EXEMPLO NA COMPRA DE UM APARTAMENTO NA PLANTA.
EXISTEM INCORPORADORA, CONSTRUTORAS QUE VENDEM SUAS UNIDADES COM 20% A 30% DE ENTRADA, ALGUMAS INCORPORADORA, CONSTRUTORAS GERALMENTE PARCELAM ATE A DEVIDA CHAVES CORRIGIDOS POR INCC ( ÍNDICE NACIONAL DA CONSTRUÇÃO CIVIL).
NESTE PERÍODO ATE A ENTREGA QUE OCORRE AS DEVIDAS E ESPERADAS VALORIZAÇÕES QUE COSTUMAM SER ENTRE 3% A 5% DE ACORDO COM A OFERTA E DEMANDA DO MERCADO IMOBILIÁRIO; QUANDO O REPESCTIVO EMPREENDIMENTO FOR ENTREGUE AOS FUTUROS MORADORES ESTUDOS APONTAM UM VALORIZAÇÃO EM MEDIA DE 30% ASSIM APONTANDO QUE É UMA ÓTIMA MANEIRA DE INVESTIR SEM MEDO DE SER FELIZ FUTURAMENTE ANTECIPE SUA APOSENTADORA COM QUALIDADE DE VIDA.
ESTAMOS RETORNANDO COM UMA NOVA ROUPAGEM UNIVERSAL REFERENTE A IMÓVEIS SEJA NO OU USADO, NA PLANTA OU TERRENOS ESSA AINDA É A FORMA MAIS CORRETO E RENDAVÉL SE SE INVESTIR SEU DINHEIRO PARA O FUTURO.
SÃO SEM SOMBRA DE DUVIDAS MAIS ESTRUIDAS NA QUESTÃO DE INVESTIMENTOS, NO PASSADO INVESTIAM EM CARROS, MOTOS, AÇÕES DE TELEFONES QUEM SE LEMBRA DESSA ÉPOCA AONDE UMA LINHA DE TELEFONE SE TROCAVA POR CARROS ETC....
HOJE EM DIA INVESTIR EM CARROS É PERDER DINHEIRO A CURTO PRAZO, DESVALORIZA MAIS RÁPIDO QUE A COMPRA DO MESMO PODEMOS ATE COMPARAR DA SEGUINTE FORMA SE O CONSUMIDOR COMPRAR UM MODELO DE VEICULO NO VALOR DE R$ 47.000,00 EM TRÊS MESES ELE ESTARÁ VALENDO EM MEDIA R$ 37.900,00 OU SEJA QUASE 20% DO VALOR UM PERCA CONSIDERAVÉL POIS O MESMO NÃO ACONTESSE POR EXEMPLO NA COMPRA DE UM APARTAMENTO NA PLANTA.
EXISTEM INCORPORADORA, CONSTRUTORAS QUE VENDEM SUAS UNIDADES COM 20% A 30% DE ENTRADA, ALGUMAS INCORPORADORA, CONSTRUTORAS GERALMENTE PARCELAM ATE A DEVIDA CHAVES CORRIGIDOS POR INCC ( ÍNDICE NACIONAL DA CONSTRUÇÃO CIVIL).
NESTE PERÍODO ATE A ENTREGA QUE OCORRE AS DEVIDAS E ESPERADAS VALORIZAÇÕES QUE COSTUMAM SER ENTRE 3% A 5% DE ACORDO COM A OFERTA E DEMANDA DO MERCADO IMOBILIÁRIO; QUANDO O REPESCTIVO EMPREENDIMENTO FOR ENTREGUE AOS FUTUROS MORADORES ESTUDOS APONTAM UM VALORIZAÇÃO EM MEDIA DE 30% ASSIM APONTANDO QUE É UMA ÓTIMA MANEIRA DE INVESTIR SEM MEDO DE SER FELIZ FUTURAMENTE ANTECIPE SUA APOSENTADORA COM QUALIDADE DE VIDA.
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